Festival da Pinga

As últimas semanas foram bastante intensas para o Palmeira Imperial. Houve a festa de aniversário do grupo, a volta do mestre Augusto, a apresentação no Festival da Pinga de Paraty e a oficina com o mestre Shacon da Nação Porto Rico. Com o tempo, comentarei com mais calma alguns desses assuntos.

Para começar, a apresentação. A honra e a responsabilidade eram muito grandes, já que abriríamos o show de ninguém menos do que Antônio Nobrega, um dos maiores artistas desse país e pernambucano como o Maracatu.

Havia centenas de pessoas na platéia. Começamos a tocar no palco e, apesar de estarmos um tanto nervosos no princípio, logo relaxamos e conseguimos mostrar o nosso melhor. No final, descemos para tocar no meio do povo. O baque contagiou a galera e o Palmeira fez o chão tremer (palavras de uma garota que assistiu à apresentação).

Festa linda!!!


Galera, a festa de aniversário de dois anos do Palmeira foi linda! Obrigado a todos os que ajudaram e estiveram lá! Obrigado àqueles que não puderam ir, mas que guardam o grupo no coração. Vocês fizeram muita falta. Obrigado, especialmente, ao Rodrigo, do Lado B, que abrigou com muito carinho nosso evento.

Aniversário do Palmeira

Atenção minha gente
pra essa notícia arretada
Ouvi dizer que dia 15
vai ter uma grande batucada

Como é que pode? Onde será?
No Lado B é que a festa vai se dá
Vai tocá é tanta música de raiz
que eu duvido que alguém saia de lá infeliz

E o motivo desse acontecimento original
é o aniversário de
dois anos do Palmeira Imperial

Pelas ruas da cidade o Palmeira
vai passando
Maracatu de Baque Virado
seus tambores vão tocando

Maracatu na Flip

Como acontece em toda festa importante na cidade de Paraty, os amigos dos grupos Caracaxá e Baque do Vale, além de outros agregados, juntaram-se ao Palmeira Imperial para tocar na Flip-2009. Por três vezes, o arrasto percorreu as ruas de pedra da cidade: duas na sexta à tarde, em evento da Flipinha, e outra no sábado à noite.

O Palmeira Imperial manda muito axé para o agora marinheiro Augusto e agradece demais ao Itajubá, do Baque do Vale, que substitui nosso mestre com competência e carinho. É assim, com amizade e amor, que é feita a nossa batucada. O público presente sentiu e absorveu essa energia. Dezenas de pessoas seguiram o cortejo e atenderam ao pedido dos integrantes do baque para que colocassem na net as fotos e vídeos que fizeram. Aqui estão alguns deles:

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