Último Dia – A Sempre Difícil Volta pra Casa

A parte chata é ir embora. Há sempre o conforto da volta ao lar, mas deixar Recife para trás é difícil. Trouxemos na bagagem, além de instrumentos novos e conhecimento, muitas amizades, o carinho da galera do Pina (que sofreu com um incêndio há dez dias) e de todas as nações que conhecemos in loco: a Nação do Maracatu Porto Rico, a Nação de Maracatu Estrela Brilhante de Recife, a Nação Estrela Brilhante de Igarassu e a Nação do Maracatu Encanto do Pina – cujas sedes conhecemos -, além do Maracatu Nação Encanto da Alegria, do Maracatu Nação Leão Coroado, do Maracatu Nação Cambinda Estrela (este, um dos que mais me emocionaram) e outros tantos.
Obrigado a todos e até a volta!

Nossos bombos novos, embalados e prontos para a viagem!

A carona na kombosa; stress total para pegar o avião!

Cadê minha macaíba, que não chega nunca?

Onde foi parar a alegria, moçada?

Palmeira em Recife – Segundo Dia

No sábado 6 de fevereiro nós demos um rolê pelo centro de Recife, para comprar instrumentos e visitar o Mercado de São José. À noite, a parte mais importante da viagem (na verdade, o motivo dela, já que essa “jam” foi a base de nossa inscrição no Edital): tocar junto com a galera do Porto Rico no último ensaio deles antes do Carnaval. Agradeço aqui ao Shacon, por nos ter recebido no baque, e também ao Capitão, da Cia. Caracaxá, por ter ajudado em tudo, inclusive na filmagem do evento, para que pudéssemos prestar contas ao Minc.

Escolhendo instrumentos na raça

Bio ouve atentamente as instruções para o ensaio

Surpresa! Era aniversário do Shacon, que não esperava a festa

No final, fomos todos comemorar o aniversário num boteco perto da sede da Nação; só eu tive coragem o suficiente para comer uma porção de passarinha (não pergunte)

Palmeira em Recife – A Primeira Noite


Já instalados em casa, fomos cair na gandaia de noite. A parada foi na Rua da Moeda, Centro Velho de Recife, onde rolava um ensaio das nações Leão Coroado, Encanto da Alegria e Gato Preto, regidas pelo Naná Vasconcelos. Encontramos amigos d’O Baque, de Viçosa, e a Gisele do Baque Sinhá e, agora, também do Palmeira. Além do ensaio das nações houve afoxé, maracatu rural e, claro, sendo sexta-feira, o Traga Vasilha. O jantar foi tapioca na barraquinha. E Skol latão a dois real!

O padroeiro da Rua da Moeda

Seu Toínho se encanta

Afoxé

Maracatu rural

Acessibilidade no Traga Vasilha

Nossa nova contratada diz: “Prometo retribuir em campo o carinho da torcida.” Volta logo, Papita!

Palmeira em Recife – A Chegada

Chegamos no dia 05 de fevereiro à tarde. Viagem bacana, com duas escalas, em BH e Salvador, e alguma turbulência na chegada. Foi o primeiro vôo do Machado, que não chegou a dar muito vexame.

A prefeitura de Recife, sabendo de nossa chegada, enviou uma galera de maracatu de baque solto nos recepcionar

Tietes, eles pediram para tirar fotos conosco (ou melhor, com as nossas batuqueiras, que eles não são bobos)!

Vista da nossa casa no Pina, a cerca de 200 metros da sede do Porto Rico